Arquivo da categoria: Transporte Alternativo

Atualização das obras do monotrilho do mês de outubro

Infelizmente esse mês não teremos o vídeo com as fotos do andamento das obras do monotrilho,  estarei fazendo a prova do Enem esse fim de semana, fora outros trabalhos e provas para semana que vem, por isso não estarei fazendo o vídeo, peço desculpas e também a consideração de todos.

TIM – Trem Intra Metropolitano de Santos

O Trem Intra metropolitano (TIM) de Santos, foi um serviço criado pela Fepasa no dia 12 de julho de 1990, e prestado nos seus últimos anos de operação (1996 até meados de julho de 1999) pela então CPTM, atendeu os municípios  São Vicente e Santos, contava com 5 estações e 16,15 KM de extensão.

O serviço foi desativo pelo grande déficit gerado, foi quando em Julho de 1999, a CPTM encerraria os serviços entre Samaritá e Ana Costa.

O sistema contava com 5 estações e com bitola métrica, a uma velocidade média de 40km/h em via singela, o trem utilizado era um Toshiba Série 5900 rebocado por uma locomotiva Alco RSD-8.

Estações do Sistema

1. Ana Costa

2. São Vicente

3. Vila Margarida

4. Doutor Alarico

5. Samaritá

Estação Ana Costa

Foto Ralph M. Giesbrecht

Estação Ana Costa

Embarque de passageiros no TIM

José H. Bellorio

Estação São Vicente

Foto Antonio A. Gorni

Plataformas da estação São Vicente

Foto Antonio A. Gorni

Estação São Vicente desativada

Foto Antonio A. Gorni

Estação Samaritá

Foto Marlus Cintra

Estação São Vicente

Material Rodante

O material rodante do TIM, utilizava de um Toshiba Série 5900 rebocado por uma locomotiva Alco RSD-8 e uma GP-9, fotos a seguir:

Alco RSD-8

Alco RSD-8 em Presidente Altino

Alco RSD-8

Composição do TIM

Toshiba Série 5900

Composição formada pela Alco RSD-8 e Toshiba 5900

Composição do TIM, Alco RSD-8 e Toshiba Série 5900

Toshiba 5900 usado no TIM

Toshiba 5900 usado no sistema

Toshiba 5900 no TIM de Santos

Interior da composição do TIM

Locomotiva GP-9

Foto por Cid J. Beraldo

Toshiba 5900, usado no TIM, antes operava na extensão operacional da Linha Sul

Toshiba 5900, usado antes na extensão operacional de Varginha

Mesmo trem acima, agora sucateado

Toshiba 5900, depois do TIM, foi sucateado

Composição formada pela G12 e o Toshiba 5900

VLT ou BRT ?

Texto: Wesley Rocha 

Primeiro, vamos a definição dos mesmos:

Tram de Maceió

VLT de Maceió

VLT, Veiculo Leve sobre Trilhos,  é um trem (tram) com a estrutura mais leve do que a de um trem de metrô convencional, feito para andar em via segregada e também na rua, como veremos em alguns exemplos abaixo. A foto a esquerda mostra o VLT de Maceió, feito em Barbacena – Ceará, pela brasileira Bom Sinal, o mesmo é a Diesel, porém, a maioria dos trams são elétricos.

O VLT tem preferencia nos semáforos

BRT
BRT de Curitiba

BRT de Curitiba

BRT, ou Bus Rapid Transit, mais conhecido no Brasil como corredor de ônibus. No Brasil, o mais famoso do segmento é o de Curitiba, que usa o RIT (Rede Integrada de Transporte) e também foi o primeiro do Pais a ser implantado, em alternativo ao metrô convencional. O BRT usa vias exclusivas,  alguns como o de Curitiba tem estações tubular e com plataforma em nível, permitindo acessibilidade a todos os usuários do sistema,  os ônibus são articulados ou bi articulados, isso varia em cada sistema, e por ultimo, os ônibus do BRT podem ser a Diesel, elétricos ou híbridos.

Vamos as vantagens e desvantagens de cada sistema:

VLT  / Vantagens: Mais barato e mais rápido que um metrô pesado, como de subsolo,  aguenta rampas e curvas mais elevadas que um metrô comum, não polui, diferente do BRT a Diesel, pode compartilhar via com os carros, e também em subsolo e maior capacidade que um BRT.

Desvantagens:  Como o VLT compartilha via com carros, isso diminui a sua velocidade comercial, e aumenta o risco de acidentes.

BRT / Vantagens: Custo menor do que o de um VLT, tempo menor de construção,  adaptável ao crescimento da cidade e menor custo de manutenção, intervalo pequeno entre composições e é flexível pra circular fora do corredor.

Desvantagens:  Poluente ( exceção ao elétrico e ao hibrido), impacto urbano a médio e longo prazo,  afetado pelas condições climáticas adversas e não garante a segurança dos usuários.

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